28 de set. de 2007

Prof. Salvador Mata e Silva - autor e pesquisador da obra Imperial Irmandade de São Vicente de Paulo participando da XIII Bienal do Livro

Mesa Redonda com a participação do Provedor da Irmandade de São Vicente de Paulo Dr. Mário Nunes Picanço, ocorrida na Praça Antônio Callado da Ilha Letras de Niterói, durante a XIII Bienal Internacional do Livro.


Prof.Salvador Mata e Silva, escritora Mariana Erthal Mello, editora Labouré Lima e Dr. Tomaz Lima (Presidente do Elos Clube de Niterói)






o Provedor da Irmandade de São Vicente de Paulo Dr. Mario Nunes Picanço e o Presidente do Centro da Comunidade Luso-Brasileira do Estado do Rio de Janeiro Dr. Tomaz Lima. Ambos, no painel externo do estande do Senado Federal, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, fizeram a pose como se estivessem em Brasília.

Mariana Erthal, escritora do livro "Eternos Madrigais - instantâneos da vida íntima" participando da Bienal Internacional do Livro







Danielle Fritzen - autora do livro infantil Luna Sonhadora

Labouré

Seguem fotos da Bienal.

Beijos
Dani Fritzen




"A ReDescoberta da Poesia: Paulo de Carvalho e seu Cantabile"





"Labouré Lima,
Estou enviando a crítica na íntegra.
Saudações literárias.
Abraços
Paulo de Carvalho"


A ReDescoberta da Poesia: Paulo de Carvalho e seu Cantabile
Fabio Ulanin*

Os gregos tinham duas palavras para se referir à criação: techné e poiésis. A primeira relacionava-se às artes práticas — o fazer técnico, utilitário, voltado para os afazeres domésticos ou comerciais; o segundo — a Poiésis — ia mais além: revelava a criação maior, aquela que, no Íon de Platão, era reservada ao aedo, o poeta que, iluminado (ou tomado) pelos deuses, revelava o saber maior, mais antigo, intenso, da existência humana. Não por acaso que, na Odisséia, Homero deixa, logo em seus primeiros versos, a palavra narrativa para a Musa. Ao invés de pedir para o Alto o direito de narrar “a Ira de Aquiles” (como na Ilíada), entrega à própria palavra-poética as aventuras do regresso do herói Odysseus. Entre o curvar-se à Musa (aquela Calíope que detém o herói em suas sedutoras mãos:

“Diáfanos se faziam os séculos
ao afã da poesia e seus poetas.
Tênue translúcido despertar
— Enuncio lavradio da paixão.
Urgia a mais bela mulher.”)


e o deixar que a palavra se revele, há um abismo imenso, intenso e único. O que esperamos, então?
Esperamos apenas que a Poiésis possa revelar-se, íntima e intensa, como se fosse nossa esperança. Há, enfim, o Canto – e este Cantabile de Paulo de Carvalho é um encontro com os sons e nomes (eidos) que se nos aguardam ao pesarmos nossos desejos e nossas íntimas esperas. O Poeta, com vistas à plenitude, divide o livro em quatro partes distintas e complementares (Poemas para Ver, Cotidianos, O Traço Vazio, As Quadras Dela), anunciando uma totalidade de formas, as quais nos remetem ao criador da palavra-mistério do Nome que Cria: o poeta é o daimon, o mensageiro entre o Alto, do Belo pleno, e os homens. Os poemas vão do amor-esperado ao Amor (em-si, ele-mesmo:

“Sou o que vejo no espelho,/ou o espelho me vê?/no que sou?”)

correspondido à expectativa íntima da formação do Mundo, como aquela máquina (referida por tantos poetas, como Camões) misteriosa que nos rege e nos ergue. Um desejo de entrega e de desvelar o Mistério.
Mas este livro consegue ir mais além dos horizontes da poesia que nos é apresentada pelas academias e pelos poetas “profissionais”. É um fazer no sentido pleno: a busca da palavra justa (le mote juste de Flaubert) que se entrega e integra à essência da criação. Este Cantabile é o Cântico da entrega do poeta em suas (nossas) expectativas várias. Sejamos, nós, leitores, os amantes amantíssimos que jogam, sobre o tabuleiro, peça a peça, os movimentos da conquista, como em Jogo de Xadrez:

“A dama, de branco trajada,
Tem a vantagem do lance.
Jogo de xadrez!”


ou sejamos, ainda além, estes seres preocupados, intensamente, com o cotidiano que se nos apresenta prenhe de sentidos:

“Segue tua estrada,
Homem solitário!
Segue teu silêncio
Composto de azos e cinzas.
O céu já desvanece ao teu redor.
Não há mais a sarça
(E ainda assim te ardes).”


Mais: se temos de ser — sejamos mais e além: a busca intensa do encontro com nossa essência (“Voa... Voa-me teus escuros,/Macios, suaves, queridos lugares./Seduza-me vento, asas e sol”). Enfim: a Palavra Criadora é uma só — a entrega do poeta ao Ser, o ente que se vê e vê ao mundo como algo além de si, além da revelação terrena:

“Abstrair da palavra
A lavra silábica falada;
Plantar o verbo em hortas.
Mas não tocai o cio do solo.”


Cantabile é o cantar pleno da palavra. Assim como o Poeta, o fazedor, no dizer de Borges, é o aedo que une (re/une?) todo o Belo na forma do dizer a plenitude:

“Todo Verbo das tardes falavam outonais:
maciez dos sabores, botões das orquídeas,
matiz das peles: tez tênue, casta nudez.
Cultos solenes — Hinário dos sopros.”


A plenitude da Vida – e a vida é a palavra que crê e cria: Crê em Calíope, que nos prende; Cria, como no princípio do Verbo.

*Fabio Ulanin é mestre em Literatura e Crítica Literária pela PUC-SP. Professor universitário, poeta, autor dos livros Animaquia (1997) e Kether (1999); teve poemas publicados em antologias na Itália e na Suíça, além de artigos sobre literatura no Brasil e em Portugal. Seu próximo livro de poesias, Bemidbar, encontra-se no prelo.

José Antonio de Carvalho e Silva é autor do livro "Estresse no trabalho:machismo e o papel da mulher"

Prezada Labouré,
Creio que foi muito oportuna a participação da Muiraquitã, e de outras editoras de Niterói, na Bienal deste ano. A palestra que tive a satisfação de proferir, juntamente com o Prof. Dr. José Glauco Tostes e com a psicóloga Andreia Maraglia, recebeu uma excelente platéia, atenta e participante. Pena que você não pôde comparecer. Envio umas fotos da sessão, caso você já não as tenha recebido do meu imão, Paulo Sérgio.
Um abraço,
José Antonio


26 de set. de 2007

DOM JOÃO UM NOBRE AMIGO NO BRASIL FOI A SENSAÇÃO DA XIII BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO


a Diretora Editorial da Muiraquitã - Labouré Lima - fez questão de registrar para a posteridade, o momento histórico da Muiraquitã, na Ilha Letras de Niterói, nessa XIII Bienal Internacional do Livro - Rio 2007, tendo ao seu lado a ilustradora Ana Cristina Vale Mendes e a escritora Maria da Conceição Vicente de Almeida, sendo acompanhadas pela aluna do Instituto Abel (cujo nome faremos registro em outra oportunidade nesse blog). Ricamente vestida, ela representou a personagem Sol em todo o seu esplendor! Linda "menina-Sol", dedicamos-lhe nosso carinho por sua brilhante participação. Parabéns!


O personagem "menino-vento" (encantou a todos, por sua espontaneidade e interpretação) e "sol", ambos perfeitos, no figurino e na representação. Parabéns!


Dom Pedro,Dona Carlota Joaquina e Dom João, (em outro momento, registraremos os nomes deles aqui blog), alunos do Intituto Abel, estudiosos e inteligentes, eles deram vida aos personagens do livro escrito e ilustrado pelas Professoras Maria da Conceição Vicente de Almeida e Ana Vale Mendes, respectivamente. Esses alunos-atores foram responsáveis por um dos momentos mais bonitos da Ilha das Letras de Niterói na XIII BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO. Parabéns ao figurinista! Continue fazendo esse lindo trabalho!


No palco da praça Antônio Callado, as criadoras do livro DOM JOÃO UM NOBRE AMIGO NO BRASIL, dignificaram o magistério fluminense. Parabéns a ambas pela concepção do livro! Parabéns, também, ao programador visual e diagramador Anderson Fabiano!


a doublé de escritora e professora - Maria da Conceição Vicente de Almeida - em um momento de confraternização com a sua filha e grande incentivadora.

20 de set. de 2007

Paulo de Carvalho

À Editora Muiraquitã, na pessoa de sua Editora Labouré Lima, meus sinceros cumprimentos pela iniciativa, não só em ter vencido o desafio de estar em mais uma Bienal Internacional do Livro, como o que considero o desafio maior que é o de acreditar na literatura e nos novos autores. Desafio, este, que marca a linha editorial e, mais além, é marca da personalidade da Editora em sua lida constante desde a criação. Marca, esta, que pautam uma vida dedicada ao trabalho pela convicção e Fé.

Paulo de Carvalho

19 de set. de 2007

MENSAGEM DA AUTORA LIRA VARGAS

Labouré

Parabéns por mais uma participação da EDITORA MUIRAQUITÃ na XIII Bienal Internacional do Livro.

O sucesso dessa Editora foi sua dedicação, perseverança e disciplina. Faço referências a essa Editora com muito orgulho, pois como você diz:

"O primeiro livro de um autor representa uma experiência que ficará marcada para sempre em sua vida."


Meus primeiros livros despontaram para o mundo na EDITORA MUIRAQUITÃ.
Grande abraço
Lira Vargas.

Lira Vargas é escritora. Tem dois livros com o selo editorial Muiraquitã :
Katia, você não morreu (ficção)
Gargalhadas do Palhaço Zizo (infantil)

16 de set. de 2007

O ponto alto da "Ilha Letras de Niterói" foi a Praça Literária que homenageou o escritor Antônio Callado

A Praça Literária Antônio Callado, tornou-se referência da produção literária fluminense durante o período da bienal. Neste local, o Grupo Gestor das Editoras de Niterói realizou uma programação intensa com a participação de autores e convidados.



NOITE DOS EDITORES NO COPACABANA PALACE


O Grupo Gestor das Editoras de Niterói, reuniu-se no RioCentro, no Pavilhão Laranja, em um espaço de 200m2, na Ilha das Letras de Niterói, onde cerca de 100 lançamentos distribuidos entre as sete editoras participantes: Imprensa Oficial, Niterói Livros, EdUFF, Rede Lasalle, Intertexto, Nitpress e Muiraquitã, foram programados na Praça de Eventos que levou o nome do escritor Antônio Callado.

Na foto, um flagrante da Festa no Copacabana Palace, onde, aparecem: Luís Erthal e esposa - Nitpress , Graça Porto - Niterói Livros / Secretaria de Cultura de Niterói, Labouré Lima - Editora Muiraquitã e Ana Paula Campos - EdUFF.







Lembrando as histórias de anjos... esse é o anjo Tomaz, luz do meu caminho e grande companheiro em todas as horas.




Quer saber se vale a pena empreender uma luta para vencer as barreiras do mercado? Claro que sim! Sempre valerá a pena acreditar no sonho e lutar por ele! O verdadeiro empreendedor tem que se manter focado no objetivo. Precisa saber olhar para trás e aprender com os erros. Ser obstinado e jamais desistir no meio do caminho!

FEIRA DE LIVROS DO COLÉGIO SÃO VICENTE DE PAULO


O Colégio São Vicente de Paulo é muito especial para nossa editora. Somos muito bem recebidos nos eventos e os alunos são muito inteligentes.



Em 2007, participamos da feira pela segunda vez e por acontecer próximo ao Dia do Descobrimento, fizemos um um Concurso Literário entre os alunos. Adoramos o convívio com eles e acreditamos que no próximo ano, será melhor. Numa próxima postagem, vamos publicar os trabalhos classificados e convidá-los para visitar.