13 de mai de 2016

#livro Como o príncipe Shalla M'Bembe foi capturado em sua tribo na África Oriental e trazido ao Brasil colônia na condição de escravo?

SHALLA M´BEMBE
NOBRE NA SAVANA E NA SENZALA

A obra de ficção, baseada em fatos históricos, fala de dor, do terror do cativeiro, da violência humana, das questões sociais do século XIX, de luta, esperança e sonhos.


Em seu romance de estreia, Geraldo Aymoré Junior toca em uma enorme ferida: a questão da escravatura, da crueldade humana e das diferenças sociais na época do Brasil Colônia.O livro conta a história do príncipe Shalla M´Bembe que foi capturado de sua tribo, na África Oriental, e trazido ao Brasil colônia na condição de escravo. Filho de um líder respeitado e justo, Shalla M´Bembe, mesmo se tornando cativo, sofrendo violências e sendo tratado como um bicho sem alma, nunca deixou de ser bom e correto, granjeando o carinho de todos à sua volta, galgando assim, os passos para a tão sonhada liberdade. 

O autor começou a escrever esta obra em 2001 a partir de imagens das obras de Jean Baptiste Debret e Joahann Moritz Rugendas, onde se inspirou e iniciou vasta pesquisa em livros sobre a história do Brasil para adaptar a ficção à realidade da época.Como base histórica, a obra é rica em detalhes, datas e fatos. Como ficção, a obra é envolvente, cativante e emocionante.

Ficha Técnica:
Autor: Geraldo Aymoré Junior
ISBN: 978-85-7543-115-3
Gênero: Romance. História. Escravidão
Formato: 16x23cm
Páginas: 284
Preço de Capa: R$40,00


Se não encontrar em uma livraria próxima de você, acesse o site da editora. Entregamos em todo Brasil, via Correios:  

Sobre o autor:
Geraldo Aymoré Junior é advogado do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Reside em Maricá - RJ.

10 de mai de 2016

Elementos Medievais em escritos da América Portuguesa no Século XVIII


Obra de Antônio Paulo dos Santos Filho 




Este trabalho foi desenvolvido com o intuito de identificar e analisar elementos do medievo europeu que estabelecem diálogo com valores expressos ou implícitos em obras de autores da América portuguesa no século XVIII, estendendo-se, também, a reflexão para o cenário da conformação político-social e cultural do império português no setecentos.
Buscou-se fazer uma leitura das conexões e das inserções sociais que resignificaram esses traços de origem medieval, adentrando as discussões acerca do Antigo Regime no reino de Portugal e a possibilidade da existência na porção americana do ultramar lusitano dessa cultura política.
Tentou-se, ainda, destacar no discurso dos letrados setecentistas alvo da pesquisa a especificidade da escrita jesuítica e a aproximação entre a história e a literatura, além de direcionar-se o olhar para o mapeamento das transformações históricas que resignificaram os códigos mentais e sociais analisados no recorte desses escritos, assentando a idéia de presença na fundamentação da cultura brasileira de elementos medievais.

224 páginas / PB Ano: 2016

Visite a nossa livraria virtual e saiba como comprar 

21 de abr de 2016

#ParabénsBrasília UMA SENHORA CAPITAL #livro #literaturainfantil

MEMÓRIAS DE UM TEMPO DOURADO


BRASÍLIA -- UMA SENHORA CAPITAL

A obra busca reconstruir a memória dos inesquecíveis anos dourados, revelando ao público infanto-juvenil conhecimento histórico sobre a época, mas sem perder de vista a escrita poética e lúdica, tão importante no saber das crianças. A autora, refaz os passos históricos do Brasil dos anos 50 e 60.

Com escrita leve, explicativa e simples, os costumes, a moda e o cenário político vão se descortinando e criando vida. Levando o pequeno leitor ao mundo mágico dos anos mais significativos e cheios de mudanças do Brasil, como a construção de Brasília, a introdução de novos costumes e novos ícones de modernidade.

O livro Memórias de um Tempo Dourado (...) leva o leitor a vivenciar as experiências dos anos JK, tão marcados pela construção de Brasília, capital do país e símbolo de modernidade.

Recomendado por Márcia Motta
Doutora em História pela UNICAMP, com Pós-Doutorado na Universidade de Lisboa. Professora do Departamento de História da UFF



Dados Técnicos:
Autora: Maria da Conceição Vicente de Almeida
Ilustrações: Marília Duarte
ISBN: 978-85-7543-092-7
Gênero: Infantil, paradidático.
Formato: 21x27,5cm
Páginas: 32 págs
Preço de Capa: R$20,00









Enviamos para todo Brasil via Correios
Para comprar visite a nossa livraria virtual
http://editoramuiraquita.lojaintegrada.com.br/memorias-de-um-tempo-dourado


Sobre a autora:
Maria da Conceição Vicente de Almeida é professora de História do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Com aulas ministradas na Rede La Salle e Colégio Pedro II. É Pedagoga, historiadora e Mestre em História Social pela Universidade Federal Fluminense. É autora dos livros Festa à Vista, Uma Aventura Nas Lembranças da Cidade Sorriso e Dom João. Um Nobre Amigo do Brasil.
 

20 de abr de 2016

Ganhe de presente um exemplar do livro “O Mundo Dentro do Coração”. Participe do sorteio e concorra!


Basta somente comentar no post ao lado: o que existe dentro do mundo do SEU coração? 

As 02 respostas com mais likes receberão um exemplar do livro 
​“O Mundo dentro do Coração” e um cupom no valor de R$15,00* 
​para compras na livraria virtual www.editoramuiraquita.com

Serão aceitos apenas os comentários postados em português, oriundos 
de residentes no Brasil, até o dia 31 de Maio de 2016.

*Frete não incluso para as compras com cupom. Cupom válido até 31/06/16.




O livro O mundo dentro do coração, é o décimo livro publicado, da escritora Lieda Sobrosa.
Em O mundo dentro do coração, a autora continua no seu afã de escrever mensagens inspiradas, e levar aos seus leitores, a esperança por um mundo melhor!

No exercício do seu dom literário, Lieda Sobrosa sente grande alegria e a expectativa de que sua obra colaborará para que haja mais Justiça, Amor, Paz e Felicidade neste mundo!

As obras da autora, podem ser lidas na Internet em suas Páginas virtuais, em download gratuito: liedasobrosa.wordpress.com

11 de mar de 2016

"...amor profundo e respeito ao mestre Umberto Eco sempre me conduziam a um novo trabalho dele."

Bela homenagem do nosso amigo, designer, artista plástico, colaborador e parceiro André Luiz Barroso ao, já saudoso, Umberto Eco.

"O corpo se vai, mas a obra é eterna. Temos saudades, como fã de algo que possa ser ainda produzido
ou pensado. Talvez se tivesse conhecido pessoalmente, poderia dizer que pudesse sentir falta, da sua boa conversa ou passar um tempo sorvendo vinho e falando besteiras. Quando um autor como Eco é admirado, começando com o romance O nome da Rosa e passando por todos os livros de reflexão teórica sobre comunicação visual e passando por sua teoria do ócio producente, caminhamos sempre a seu lado. E quantos foram... Baudolino, cemitério de Praga, História da beleza, Como se faz uma tese, Estrutura ausente, Até o final dos anos setenta, a crítica literária esteve profundamente influenciada pelo estruturalismo e pela primazia, atribuída por esse movimento, ao texto em si. A partir dos anos 80, no entanto, o quadro teórico inverteu-se e os estudos no campo da teoria literária passaram a priorizar os problemas da recepção dos textos. Eco foi concretista e negou seu concretismo por achar que tudo já havia se falado. Sorte nossa. Certa vez escreveu:

"Se o ciúme nasce do intenso amor, quem não sente ciúmes pela amada não é amante, ou ama de coração ligeiro, de modo que se sabe de amantes os quais, temendo que o seu amor se atenue, o alimentam procurando a todo custo razões de ciúme." (A ilha do dia Anterior). 


Ele é aquilo que sempre nos faz conhecer algo mais. É sempre o que me abre para algo mais. Desconstruía e construia minhas informações e amor pela leitura, seja um romance ou didático. Desconstrução sugere destruição, negação, niilismo... Entretanto, aos olhos de Derrida a desconstrução é uma estratégia afirmativa e não negativa. Por isso, esse sentimento de amor profundo e respeito ao mestre sempre me conduziam a um novo trabalho dele, mais do que qualquer autor (me perdoem Suassuna, Nietzsche, Alberti, Panofsky e Foucault). Que viva Umberto! Mal posso esperar seu próximo trabalho! 

(Nota: Umberto Eco terá livro póstumo com textos publicados em jornal)" 
André Luiz Barroso