15/09/2014

#euqueroébotarmeubloconarua Você já pode conferir as frases selecionadas...

Os fãs de Sergio Sampaio aderiram ao convite da editora 
e fizeram uma releitura da sua frase emblemática: 

EU QUERO É BOTAR MEU BLOCO NA RUA.

A expressão é o título da sua música mais famosa,
que se tornou um tema politizado, quase um hino, 
cantado a plenos pulmões na campanha 'Diretas Já!'. 
E, não por acaso, também deu título a biografia do músico.

Aqui estão as frases selecionadas
para homenageá-lo na próxima edição do livro.


02/09/2014

Obra rara!! -- Diário de bordo de Maarkos Sestios -- ‘Se isso não é verdade, foi bem contado...’.

Sinopse: Ferdinand Lallemand, arqueólogo do Serviço Francês de Pesquisas Submarinas, dirigido pelo Comandante Jacques-Ives Cousteau, conseguiu identificar o armador e proprietário do navio naufragado no séc. II a.C., a dez milhas de Marselha. A partir de restos de ânforas, de marcas de alfândega, de um fragmento de Tito Lívio e inscrições antigas, ele pôde reconstituir neste Diário de Bordo a última viagem daquele grande miriânforas, entre Delos e Marselha, revivendo-nos Maarkos Sestios, poderoso homem de negócios e navegador, que foi um dos artífices da anexação da Grécia por Roma.



Este livro é a tradução, para o português, do original em francês “Journal de bord de Maarkos Sestios”, Editions de Paris, Paris, 1955 (esg.), e que teve edições em inglês, alemão e polonês. O Autor, Ferdinand Lallemand, arqueólogo especializado, integrou a equipe do Serviço Francês de Pesquisas Submarinas – dirigido por Jacques-Yves Cousteau – que, em 1953, localizou e estudou os restos de um naufrágio ocorrido por volta de 230 a.C nas proximidades de Marselha. O resumo dos trabalhos foi estampado em artigo do próprio Cousteau na revista “National Geographic Magazine” de janeiro de 1954. A partir de minuciosa reconstituição arqueológica e histórica empreendida sobre os restos encontrados foi possível estabelecer que se tratava de um navio mercante ( um miriânforas – navio cargueiro com 36 m de comprimento, 12 m de largura e 5 m de pontal, deslocando de 700 a 800 ton.), de propriedade de um armador de origem romana, chamado Maarkos Sestios, nascido e criado em Delos – a menor das ilhas Cíclades, berço de Apolo e Ártemis, segundo a tradição.

Essa nau trazia para Marselha, quando do naufrágio, vinhos e cerâmicas. Ferdinand Lallemand participou ativamente de toda a pesquisa e refez, ele mesmo, o itinerário do navio desde Marselha até Delos. Seguindo os indícios e vestígios da passagem dessa nau, foi capaz de criar o relato do Diário de Bordo. Muito embora o ‘Diário’, enquanto fonte primária, não tenha sido encontrado, ou talvez sequer existido, o Autor produziu um texto extremamente cativante e que ‘se non è vero, é bene trovato...’. O valor desse texto é literário, histórico, arqueológico e náutico e vem apoiado por inúmeras notas de rodapé e ilustrações. Ao longo de suas 176 páginas podemos reviver aqueles dias decisivos, quando Roma se expandia a passos largos, vigorosos, após haver destruído Cartago – como tanto exortara Catão, o Antigo – e se apropriava do solo, das gentes e do legado Grego.

Diário de bordo de Maarkos Sestios
Gênero: Arqueologia Marinha 
Autor: Ferdinand Lallemand 
Tradutor: Gilberto Emílio Chaudon
Editora Muiraquitã - Niterói, 2002. 
176 pág. / Ilustrado pb. / Formato: 16x23cm.

ATENÇÃO!! Obra rara. Poucas unidades no estoque. 

ISBN  85-7543-017-3
Preço de capa: R$50,00 + Frete

Enviamos para todo Brasil.
Descontos especiais para livrarias.
Encomendas: editora.muiraquita@gmail.com




30/07/2014

A próxima Caravana Cultural Muiraquitã será no Memorial Roberto Silveira em #Niterói

Um CONVITE muito especial aos amigos, autores e leitores da Edições Muiraquitã. Parafraseando essas sábias palavras: "Diga-me com andas e direi quem tu és", expressamos nosso desejo de estar em boa companhia. Esperamos por vocês na próxima Caravana Cultural Muiraquitã, dia 06.06.2014, quarta-feira, das 16h às 18h, no Memorial Roberto Silveira. Leiam os detalhes no flyer do programa. O Concurso Relâmpago de Trovas é tema livre e aberto a todos os interessados em se aventurar ao primeiro lugar. Nossos maiores agradecimentos pelo apoio e boa vontade em divulgar o evento. Nos vemos lá!

28/07/2014

Ariano, o Capitão Suassuna, vive no meu imaginário. Por Fabiana Ratis.



Fonte da imagem: rotanet.com.br
UM HOMEM VESTIDO DE SOL 

 "Na primeira manhã / que te perdi / acordei mais cansado / que sozinho / eu cruzei ruas, estradas e caminhos / como um bumba-meu-boi sem capitão..." 

Alceu Valença, peço licença para externar, através do seu verso, o ser tão sozinho que eu me senti, com a ausência do Capitão Suassuna. A primeira vez que o vi e o ouvi foi numa sala de aula, da Universidade Federal de Pernambuco. Encantada com o seu jeito de prosear, nos anos 80 de minha adolescência, lamentei não ser sua aluna, naquela disciplina de História da Arte. Já seria uma espécie de aula-espetáculo? Talvez. Falava dos gregos, viajava por entre os séculos, 'apoiado nas asas de Ícaro', com o devido cuidado para não voar baixo demais ou tão perto do sol... As asas não poderiam derreter antes que o Capitão Suassuna cumprisse integralmente a sua missão. Discorrer sobre sua capacidade intelectual é chover no molhado. Os jornais estão repletos de cadernos especiais sobre suas obras e eu não sou uma especialista delas. Porém, a dimensão humana que se desprendia de muitos de seus personagens sempre me impressionou. E o Movimento Armorial, surgido na década de 70, foi excepcional. Deixou sementes na música, na dança, no teatro, nas artes plásticas. Convivo com esse repertório até hoje: a cultura popular genuína revestida de uma roupagem erudita, sem descaracterizá-la. Viveu uma vida bem vivida de A a Z: ARIANO encontrou a sua amada ZÉLIA, a LUZ DE SEUS OLHOS DE MENINO, a quem devotou todo o seu amor. Sofri com a sua partida súbita, inesperada; mas só posso imaginar que foi um descuido: as suas asas devem ter derretido por ter chegado tão perto do Sol! E assim, de tão iluminado, esse homem querido por uma legião de admiradores foi ao encontro de Nossa Senhora: "UMA MULHER VESTIDA DE SOL" - uma de muitas das suas belíssimas obras adaptadas para a televisão. Ariano, o Capitão Suassuna, vive no meu imaginário. 

@fabianaratisBR 
(Fabiana Ratis é Pós-graduada em Jornalismo e Crítica Cultural) 

N.E. Conforme solicitação da autora: "as letras estão coloridas em função das cores da bandeira da Paraíba e do time do coração de Ariano: O Sport Clube do Recife." 

Fonte da imagem: esporte.band.uol.com.br

A última aula espetáculo. Imagem pública.
Ariano e Zélia - "a luz dos seus olhos de menino"
Fonte da imagem: UOL

26/07/2014

Você já pode conferir e votar na frase de Taciano Vasconcellos Mendonça para o concurso #euqueroébotarmeubloconarua

25/07/2014

O escritor desafia o vazio em cada começo...



"Escritor: não somente 

uma certa maneira especial de ver as coisas, 

senão também uma impossibilidade 

de as ver de qualquer outra maneira."


                       Carlos Drumond de Andrade

24/07/2014

Dia 27/07 encerra o prazo para as inscrições do concurso #euqueroébotarmeubloconarua

Olá queridos, atenção!

Encerra-se este domingo, dia 27 de Julho, o prazo para as inscrições do concurso #euqueroébotarmeubloconarua. Participe, envie sua frase.

Leia o regulamento completo aqui.