09/05/2012

Concurso Literário: Continue a história...

Concurso Literário: 
Continue a História do Conto Gota D'Água. 
Texto que faz parte do livro O Colecionador de Cabeças, (clique no título e conheça a obra), do autor Irio Lima, e concorra a um livro.

Para participar é fácil. Basta ser seguidor do blog, Assinar o feed e escrever no coments deste post como você terminaria este conto em 15 linhas. 
Nossa comissão escolherá o melhor final. O resultado será no dia 5 de junho.

Conto: Gota d'Água

Ela era a outra na vida dele!
Tudo ia bem, até que a mulher soube do caso! Então o relacionamento dos dois ficou complicado! Não andavam mais de braço dado, não iam com tanta frequência ao cinema e pra fazer amor era aquele problema!
Mil dificuldades!
Uma noite, já meio cansada dessa rotina, ela arriscou:
- Amor, me leva pra jantar no Scala, tenho tanta vontade de conhecer! Dizem que o show é uma beleza!
Ele refletiu e ponderou:
- Não dá, bem! Meus amigos vão sempre lá! Os garçons conhecem minha mulher! Se nos virem juntos, o que vão pensar? - E em seguida, arrematou: - A não ser que a gente fique em mesas separadas!
A proposta magoou a moça. Sentiu-se diminuída, humilhada, mas, contudo, resolveu aceitar! Intimamente, porém, na profundeza do seu âmago, jurou vingança!
Ao chegarem à boate, ele entrou primeiro, escolheu a mesa e sentou-se! Minutos depois, entrou ela, meio sem jeito. Olhou ao redor e...
Continue a história

26/04/2012

Lançamento livro O Colecionador de Cabeças

'Homenagem Póstuma' 

 Irio Lima faleceu em novembro de 2011, durante a produção desse livro. Contaremos com  a presença da família e o prestígio dos amigos para formar um Painel da Saudade que vai expressar toda estima e consideração a esse autor que 'partiu para assumir seu lugar' na galeria dos imortais da cena literária. 

A Editora Muiraquitã e a Livraria Gutemberg convidam 

O Colecionador de Cabeças. Contos de Irio Lima


Contos amorosos, divertidos, vivos, marcantes, cômicos, empolgantes. Estes são os ingredientes da bela mistura feita por Irio Lima em sua obra O Colecionador de Cabeças.
Os contos Amor a toda prova, A Cortesia, Capa de Revista, Lantejoulas, Céu escuro, Entornou o Caldo, Tatto, Ser ou não ser, Zé da Bosta, Pago pra Ver, Mea Culpa, Candonga, Mura, entre outros, fazem o deleite do leitor que se aventura pelas páginas do livro.
Em cada conto o humor, inteligente e bem bolado, é garantido com toques de simplicidade, galanteria e galhofa.
O autor, sábio na arte de contar histórias, com criatividade e maestria, faz o leitor se encantar, encontrando emoção, suspense, drama e comédia, diversos gêneros literários dentro de um único livro.



Um Contador de Histórias
Instigante. Instila o leitor até a última linha, prendendo-o pelas palavras. Fortes. Profundas. Irio não é clandestino do texto. Revela veia poética de contista. E de peito aberto leva esta luta interior por tantos e todos os tempos. Passado e presente na memória. Coerente. Correnteza fluindo.

O Colecionador de Cabeças é o seu livro de contos.

Apresentado por Paulo Roberto Cecchetti. Publicitário, editor, poeta, curador, membro da Academia Niteroiense de Letras e idealizador do projeto “Escritores ao ar Livro


'Homenagem Póstuma'
Irio Lima faleceu em novembro de 2011, durante a produção desse livro. 
A editora Muiraquitã e a Livraria Gutemberg, convidam seus amigos e clientes para o coquetel de lançamento, dia 3 de maio de 2012, (quinta-feira), a partir das 18 horas, na Livraria Gutemberg à Rua Coronel Moreira Cesar, 211-Icaraí, Niterói, RJ. 
Com  a presença da família e o prestígio dos amigos formaremos um Painel da Saudade que vai expressar toda estima e consideração a esse autor que 'partiu para assumir seu lugar' na galeria dos imortais da cena literária. 

Dados Técnicos:
Editora Muiraquitã
Autor: Írio Lima
ISBN:978-85-7543-120-7
Formato: 14x21cm
Páginas: 160
Preço de capa: 20,00

24/04/2012

"O Lendário Pixinguinha" do autor Sebastião Campos Braga

Edição Comemorativa do Centenário – 1997.
Indicada para pesquisadores, estudiosos e colecionadores. 
Edição rara. Enquanto durar nosso estoque. Poucas unidades.


Depoimentos sobre o livro 
(...) levava vidinha de santo mesmo, sem lances rocambolescos – e que o traço maior de sua figura era a bondade, e seu Gênio, que o fazia merecedor desse respeito que todos nós, que o circundávamos, paparicando-o, a ele tributávamos. Claro que um homem tão cheio de iluminações, e de vida tão pacata, tem episódios alguns engraçados, outros até tristinhos – e isso, afinal, vai contado em mais esse livro sobre Pixinguinha (...) Hermínio  Bello de Carvalho


Li dum fôlego (...) os dados e as indicações de estudo fazem do seu trabalho um excelente ponto referencial da vida e obra do maravilhoso músico e compositor.
Mas não só isso; você nos dá igualmente o testemunho da maravilhosa figura humana que foi ele, a alma perfeita que dignificou a própria espécie humana, no que ela tem de mais nobre (e, hoje em dia, cada vez mais raramente encontrada nas pessoas); a bondade em seu continuado e diário exercício.
Eis, portanto, minha impressão sobre seu trabalho, que espero ver editado em “booklet” muito breve, para que mais pessoas possam dele embeber-se.
2 de janeiro de 1978.
Ricardo Cravo Albim
Primeiro diretor e organizador do
Museu da Imagem e do Som, do Rio de Janeiro.


Trechos do livro - pelo autor

Estávamos em 1971, eu, meu amigo Evaldo Matos, músico e fotógrafo, no Bar Gouveia, da Travessa do Ouvidor, com Pixinguinha, quando o mestre de “Rosa” nos convidou para que no domingo seguinte fôssemos à sua  casa na Rua Pedro Teles (...)
(...)
Dois anos antes, tive a honra e o prazer de ver minhas publicações sobre o compositor lidas por ele e aprovadas, pois de todos os artigos que escrevi sobre o músico e mestre, lhe dei cópias.

N.E. Esta dedicatória nos emocionou, ao ser encontrada. Estávamos em uma reunião na fase preparatória do livro, na casa do autor. Ela estava por dentro do plástico que cobria a capa de um disco antigo - tipo LP. Começava com uma pauta musical e foi grafado em um guardanapo do Bar Gouveia. Entre outros documentos importantes este é "do próprio punho de Pixinguinha para o autor", escrito no momento em que o músico lhe devolveu os originais do livro que acabara de ler.

(...) fomos recebidos como se fôssemos membros da mesma família. Beti e Pixinguinha, com a informalidade de pessoas simples, nos deixaram à vontade. Conversamos animadamente sobre música brasileira, músicos, rádio e assuntos daquela semana. (...) Emoções maiores estariam reservadas para depois, quando Pixinguinha, sentando-se ao “gaveau” afinadíssimo, atacou a introdução da valsa dele e de Cândido (Índio) das Neves, “Páginas de Dor”, aparecendo a Beti cantando com grande sentimento e magistralmente acompanhada pelo seu companheiro.

É um trabalho despretensioso, embora pesquisado diretamente na fonte original que foi o focalizado, o grande, o imortal músico brasileiro, glória merecida nos seus dias de boêmio não bissexto, mas diuturno, no convívio com dezenas de amigos, e nos seus lazeres do Bar Gouveia, quando na Travessa do Ouvidor...
(...) para músicos fornece subsídios da riqueza melódica do compositor, expondo alguns trechos de obras que podem, depois, ser ampliados e “descobertos” quando a música brasileira voltar a ser amada como o foi há 50, 60 passados... 

Do autor Sebastião Campos Braga  
(...) locutor de rádio que iniciou sua carreira em Nova Friburgo, prosseguindo-a em Niterói, no Rio de Janeiro, e em São Paulo (...) conviveu com famosos artistas e compositores como Benedicto Lacerda, Ary Barroso, Pixinguinha, Herivelto Martins (...) apresentou programas ao vivo... [o autor atuou na imprensa escrita e falada na “era do rádio” - N.E.] (...) Em 1969, Sebastião Campos Braga iniciou uma pesquisa biográfica, tomando notas, apontamentos e registros diretamente daquela fonte autêntica que foi o grande Pixinguinha (...). Embora modesto, Pixinguinha não se furtava a colaborar com o pesquisador, às vezes dizendo: “Estou cansado de contar a todos as mesmas histórias...” O jornalista, porém, não desanimava. Queria trazer novos depoimentos, talvez inéditos, e insistia nas indagações...


O Lendário Pixinguinha
Autor: Sebastião Campos Braga 

Editora Muiraquitã
Capa Dura. 162 págs. Formato 14 x 21cm.
ISBN 85-85483-37-7

Edição Comemorativa do Centenário – 1997.
Edição rara. Indicada para pesquisadores, estudiosos e colecionadores. 
Preço sob consulta. Contato por e-mail:  editora.muiraquita@gmail.com 







22/04/2012

Um livro que proporciona aos jovens leitores um inesquecível encontro com a história da capital do Brasil

Tem uma nova geração de brasileiros                                   sendo preparada para o futuro...
Cabe aos pais e educadores o dever de formar o sentimento de nacionalidade nessas crianças.


Essa obra busca reconstruir a memória dos inesquecíveis anos dourados, revelando ao público infanto-juvenil conhecimento histórico sobre a época, mas sem perder de vista a escrita poética e lúdica, tão importante no saber das crianças.

“O livro Memórias de um Tempo Dourado (…)
leva o leitor a vivenciar as experiências dos anos JK,
tão marcados pela construção de Brasília,
capital do país e símbolo de modernidade.
Márcia Motta
Doutora em História pela UNICAMP,
com Pós-Doutorado na Universidade de Lisboa.
Professora do Departamento de História da UFF





09/03/2012

A PALAVRA VESTIDA por MARIETA GRAND

A Palavra Vestida
(Para Esther)

Os olhos sentaram-se na primeira fila
Para apreciar o desfile!
Vestiram as palavras com entusiasmo,
Otimismo e energia.
Um fundo musical suave
Compôs um clima de encantamento e magia.

As palavras de cores variadas,
Azul denso, azul pálido, brancas, singelas,
Verdes, vermelhas, estampadas, amarelas...
Todas se alternavam – no ritmo da passarela.

Palavras de veludo fino, de algodão grosso, palavras de seda macia, serena,
Palavras de linho nobre, imponente
Como um fim de tarde sorridente.






Joguei o dicionário para o alto, 
as palavras foram caindo, caindo, 
espalhando-se pelo chão.
Uma a uma, eu as recolhi, 
vestindo-as com carinho e emoção.
Marieta Grand


Era membro da ANE - Associação Niteroiense de Escritores, 
publicou os livros, Alma Despida e A Palavra Vestida, 
sendo o último pela Editora Muiraquitã. 
Foi proprietária durante 56 anos, da loja Grand Jóias, 
localizada em Icaraí, Zona Sul de Niterói. 
Morreu no Rio, aos 85 anos

"Era uma pessoa muito querida e admirada por todos. 
Ela congregava amigos em todos os lugares que ia. 
[Betty Grand, filha.]

"Há o momento em que o silêncio grita, 
e esse é o momento de gritar. 
Ela era uma batalhadora 
e morreu lutando". [Carlos Grand, filho]

"Havia sempre uma palavra carinhosa 
para ser dita por Marieta, 
sempre com muita sensibilidade. 
Era uma mulher inteligente, 
culta e uma brilhante escritora, 
cujas palavras saíam do coração 
diretamente para as folhas de papel. 
Foi um privilégio ser sua amiga" 
 [Nina Rita Torres, presidente do 
Grupo Fluminense de Comunicação]






Palavras recolhidas na terra, no céu, nos espaços,
Palavras românticas com rendas delicadas,
Jabôs engomados, georgete rebordada,
Palavras de gola vitorianas, plissadas.

Palavras de muitos contrastes,
De superposição com xales e aconchego,
cardigãs com muita considerações.

Palavras para noites especiais,
O longo suntuoso, de tecido farfalhante,
Pretos resplandecentes,
Lamês dourados de afeto,
Os prateados de doçura
Que as estrelas bordam de luz!
Tudo é festa.

Palavras de tafetá com opulência,
Palavras de matelassê iluminado,
Pique, composê, viscose modesta,
Gorgorão, chintz plush,
Palavras vestidas de brocado

Palavras de tule, chiffon, musselinas,                                      
Finas leves, transparentes,
Que envolvem o corpo
Quente, ardente...

Calma, calma.

Ninguém percebe,
No aparente, o que dói
- dentro da gente!


E-mail para encomendas: editora.muiraquita@gmail.com
ISBN: 978-85-7543-076-7 R$25,00
Edições Muiraquitã 
De Niterói para qualquer região do Brasil, 
via correio.