29 de mai de 2015

"Região Oceânica de Niterói - Notas para a História" #livro



"A palavra itaipu vem da língua tupi e significa ita (pedra), ipu (fonte, nascente). Fonte das pedras; nascente da pedra; manancial saído da pedra. Nos séculos XVII e XVIII, na região hoje conhecida como Itaipu, começaram a surgir vários engenhos ou fazendas: so Arrozal (Itaipu), de Piratininga (Piratininga), do Engenho do Mato (Engenho do Mato) e Ipííba de Malheiros ou Ipííba Grande (Várzea das Moças). (...)"


Sobre os autores:

Sobre os autores:

Salvador Mata e Silva é professor, historiador e pesquisador com 124 obras publicadas, membro do círculo fluminense de academias literárias, ex-presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Niterói. Neuza Feijó Machado é professora, historiadora e pesquisadora, co-autora dos livros: Filhos de Santa Maria Madalena e Madalenenses Adotivos.


O livro "Região Oceânica de Niterói - Notas para a História", foi lançado em evento transcorrido na Biblioteca Cora Coralina, de Niterói, em Junho de 2014.



Ficha Técnica:

REGIÃO OCEÂNICA DE NITERÓI - Notas para a História
Autores: Salvador Mata e Silva e Neuza Feijó Machado
Editora Muiraquitã
80 páginas
Ilustrado com fotos em pb; 
Formato 14cm x 21cm.
ISBN 978-85-7543-146-7
Preço: R$20,00

Se não encontrar numa livraria próxima de você, compre direto na editora. Entregamos em todo Brasil, via Correios.
Vendas: editora.muiraquita@gmail.com

27 de mai de 2015

O #livro 'A Genealogia do Piano' apresenta as escolas pianísticas na Europa, Oriente, Estados Unidos, Canadá e América Latina

A Genealogia do Piano
O desenvolvimento das escolas pianísticas no mundo

O desenvolvimento da música está profundamente atrelado à invenção do piano pelo italiano Bartolomeo Cristofori, no século XVIII. Paralelamente ao desenvolvimento do instrumento, também foi desenvolvida sua própria técnica de execução e nasceram então as escolas pianísticas no mundo. A obra apresenta essas escolas pianísticas através dos grandes pianistas e legendários professores, desde Mozart, Clementi, Beethoven, passando por Czerny, Liszt, Thalberg, Leschetizky, Anton Rubinstein, Chopin… até nossos dias.

O livro segue a Genealogia, que permite conhecer as correntes da execução pianística, identificando as principais características de cada escola através de seus líderes, mediante árvores genealógicas com ramificação cronológica.

São 13 as árvores genealógicas e uma árvore genealógica global, as quais sintetizam as tendências das escolas pianísticas no mundo no que se refere à técnica, tradição e interpretação, com uma abordagem de síntese entre a técnica e a interpretação.

São apresentadas as escolas pianísticas na Europa (Alemanha, Áustria, França, Hungria, Polônia, Espanha, Portugal, Inglaterra, Rússia, Itália), Oriente, Estados Unidos, Canadá e América Latina, com destaque especial para o Brasil.

O CD que acompanha o livro ilustra seu conteúdo com gravações realizadas em renomadas salas e com prestigiosas orquestras.


Dados técnicos:
Editora: Muiraquitã
Autores: Lícia Lucas e Marne Serrano
ISBN  978-85-7543-105-4  
Gênero: Música
Formato: 16x23cm
Páginas: 256  
Acompanha 1 CD com músicas
Preço de capa: R$60,00


Se não encontrar numa livraria próxima de você, compre direto na editora. Entregamos em todo Brasil, via Correios. 
Vendas: editora.muiraquita@gmail.com

Ao completar trinta anos, toda mulher descobre outra mulher dentro dela...


Marina, uma jovem balzaquiana, divide com os leitores suas ânsias, seus medos e suas loucas experiências.
Meninas de Trinta é um livro leve e descontraído. A autora Roberta Souza retrata através de crônicas bem-humoradas façanhas de balzaquianas dos dias atuais. Mulheres meninas cheias de brilho e também repletas de angústias tão comuns no mundo contemporâneo.
Serviço do livro:
Título: Meninas de Trinta
Autora: Roberta de Souza
ISBN: 978-85-7543-125-2
Editora: Muiraquitã
Formato: 11,5x15,5cm
Preço de capa: R$15,00
Se não encontrar numa livraria próxima de você, compre o livro direto na editora.
Entregamos em todo Brasil, via Correios. Vendas: editora.muiraquita@gmail.com

19 de mai de 2015

ENSAIOS DA ALMA é o mais recente #livro do grande Magistrado Dr. Celso Felício Panza


No Dia dos Acadêmicos de Direito 
temos a honra de anunciar o mais recente livro 
do Magistrado Dr. Celso Felício Panza.

Como registro da nossa homenagem 
desejamos ao autor e sua nova obra
que seja um tempo feliz e com sucesso!

ENSAIOS DA ALMA 




Celso Felício Panza, autor do livro A Inteligência de Cristo lança, sob o selo da Editora Muiraquitã, mais um lindo ensaio sobre temas que permeiam a vida de todo cristão. Entendendo-se por cristão, todos os que seguem a vida de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo.

Ensaios da Alma é um bálsamo de palavras doces e edificantes.

"Não existem homens melhores que outros, existem escolhas que fazem uns diferentes de outros. Nisto reside a grandeza humana."

O autor disserta sobre temas como sabedoria, oração, alma, Deus, tempo, morte, fé, vida, dificuldades, coragem, perdão, Cristo, etc.




"Quem se encolhe no casulo do mundo que aperta e sufoca, afasta as emoções válidas que poderiam ser vividas, esmaga as expectativas de ser feliz. Não vive, sobrevive, e mal. Enterra por definitivo suas inspirações e aspirações. Não anda, vacila; não fala, balbucia; não respira, expira."

A obra leva o leitor a pensar profundamente sobre a vida que se pensa ter e a que realmente se tem. Valores e verdades são colocados em xeque quando confrontados com a realidade vil em que se vive.

Como viver a caridade? Como ser, na prática, um verdadeiro cristão?
Descubra e se delicie nas páginas de Ensaios da Alma.

                                                                   

Serviço:
Livro: Ensaios da Alma
Autor: Celso Felício Panza
Editora Muiraquitã
ISBN: 978-85-7543-150-4
14x21cm   188 páginas
Gênero: Ensaio

Preço de capa R$30,00

Se não encontrar numa livraria próxima de você, compre o livro direto na editora. Entregamos em todo Brasil, via Correios.
Vendas: editora.muiraquita@gmail.com

Sobre o autor:

Celso Felício Panza, nascido em Niterói, é filho de Braz Felício Panza e Alice Teixeira Panza, casado com Maria Thereza Lepore Panza, sendo Marcos, Patrícia e Renata seus filhos, Giovanna e Isabella suas netas.
É magistrado aposentado do Estado do Rio de Janeiro, onde prestou concurso em 1972, o mais jovem magistrado do Estado do Rio na época.
É autor da obra “A INTELIGÊNCIA DE CRISTO”, com a edição praticamente esgotada.  



No Dia dos Acadêmicos de Direito queremos recomendar o livro do advogado e escritor Geraldo Aymoré Júnior

SHALLA M´BEMBE
NOBRE NA SAVANA E NA SENZALA
A obra de ficção, baseada em fatos históricos, fala de dor, do terror do cativeiro, da violência humana, das questões sociais do século XIX, de luta, esperança e sonhos.


Em seu romance de estreia, Geraldo Aymoré Junior toca em uma enorme ferida: a questão da escravatura, da crueldade humana e das diferenças sociais na época do Brasil Colônia.
O livro conta a história do príncipe Shalla M´Bembe que foi capturado de sua tribo, na África Oriental, e trazido ao Brasil colônia na condição de escravo.
Filho de um líder respeitado e justo, Shalla M´Bembe, mesmo se tornando cativo, sofrendo violências e sendo tratado como um bicho sem alma, nunca deixou de ser bom e correto, granjeando o carinho de todos à sua volta, galgando assim, os passos para a tão sonhada liberdade.
O autor começou a escrever esta obra em 2001 a partir de imagens das obras de Jean Baptiste Debret e Joahann Moritz Rugendas, onde se inspirou e iniciou vasta pesquisa em livros sobre a história do Brasil para adaptar a ficção à realidade da época.
Como base histórica, a obra é rica em detalhes, datas e fatos. Como ficção, a obra é envolvente, cativante e emocionante.

Ficha Técnica:
Autor: Geraldo Aymoré Junior
ISBN: 978-85-7543-115-3
Gênero: Romance. História. Escravidão
Formato: 16x23cm
Páginas: 284
Preço de Capa: R$35,00

Se não encontrar na livraria mais próxima de você, compre o livro direto na editora. Entregamos em todo Brasil, via Correios.
Contato: editora.muiraquita@gmail.com

Sobre o autor:


Geraldo Aymoré Junior é advogado. Trabalha no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro há 16 anos, onde atualmente chefia o gabinete do Corregedor-Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Reside em Maricá.

6 de mai de 2015

‪#‎RIP‬LuísAntônioPimentel 103 anos de uma grande vida.

A comunidade literária fluminense perde uma de suas maiores referências no mundo acadêmico. Ele foi o sustentáculo de nossa cultura durante décadas e atravessou gerações contribuindo generosamente para a formação de novos autores. Nos deixa hoje, um dos maiores baluartes da Cultura Fluminense de todos os tempos. Luís Antônio Pimentel foi amigo do meu pai e me honrou com a sua amizade tambérm. Estou bastante emocionada pela sensação de sua ausência. Penso que as grandes almas nunca desaparecem, elas ficam encantadas entre nós. Nosso amado historiador, jornalista, haicaísta, sonetista, prosista, escritor e quantos mais títulos houver, sempre foi e será Luís Antônio Pimentel, um querido que vai fazer muita falta a todos nós que o admirávamos. 
Em meu nome e dos autores das Edições Muiraquitã os nossos sentimentos aos familiares e amigos de Luís Antônio Pimentel.
Labouré Lima

24 de abr de 2015

Edição rara sobre Pixinguinha. Indicada para pesquisadores, estudiosos e colecionadores.

"O Lendário Pixinguinha" 

de  Sebastião Campos Braga


Esta edição raríssima foi lançada nas comemorações do centenário, em 1997. É recomendada para pesquisadores, estudiosos e colecionadores.


Editora Muiraquitã
Capa Dura. 
162 págs. 
Formato 14 x 21cm.
ISBN 85-85483-37-7
Preço sob consulta.  
Poucas unidades. 
Enquanto durar o estoque.

Reservas: editora.muiraquita@gmail.com 




Hermínio Belo de Carvalho e Ricardo Cravo Albim 
em seus comentários após a leitura do livro 


(...) levava vidinha de santo mesmo, sem lances rocambolescos – e que o traço maior de sua figura era a bondade, e seu Gênio, que o fazia merecedor desse respeito que todos nós, que o circundávamos, paparicando-o, a ele tributávamos. Claro que um homem tão cheio de iluminações, e de vida tão pacata, tem episódios alguns engraçados, outros até tristinhos – e isso, afinal, vai contado em mais esse livro sobre Pixinguinha (...) 

Hermínio  Bello de Carvalho -compositor, poeta e produtor musical brasileiro. 



Li dum fôlego (...) os dados e as indicações de estudo fazem do seu trabalho um excelente ponto referencial da vida e obra do maravilhoso músico e compositor.
Mas não só isso; você nos dá igualmente o testemunho da maravilhosa figura humana que foi ele, a alma perfeita que dignificou a própria espécie humana, no que ela tem de mais nobre (e, hoje em dia, cada vez mais raramente encontrada nas pessoas); a bondade em seu continuado e diário exercício.
Eis, portanto, minha impressão sobre seu trabalho, que espero ver editado para que mais pessoas possam dele embeber-se.
2 de janeiro de 1978.
Ricardo Cravo Albim
Primeiro diretor e organizador do
Museu da Imagem e do Som, do Rio de Janeiro.


Trechos do livro - pelo autor

Estávamos em 1971, eu, meu amigo Evaldo Matos, músico e fotógrafo, no Bar Gouveia, da Travessa do Ouvidor, com Pixinguinha, quando o mestre de “Rosa” nos convidou para que no domingo seguinte fôssemos à sua  casa na Rua Pedro Teles (...)
(...)
Dois anos antes, tive a honra e o prazer de ver minhas publicações sobre o compositor lidas por ele e aprovadas, pois de todos os artigos que escrevi sobre o músico e mestre, lhe dei cópias.

(...) fomos recebidos como se fôssemos membros da mesma família. Beti e
Pixinguinha, com a informalidade de pessoas simples, nos deixaram à vontade. Conversamos animadamente sobre música brasileira, músicos, rádio e assuntos daquela semana. (...) Emoções maiores estariam reservadas para depois, quando Pixinguinha, sentando-se ao “gaveau” afinadíssimo, atacou a introdução da valsa dele e de Cândido (Índio) das Neves, “Páginas de Dor”, aparecendo a Beti cantando com grande sentimento e magistralmente acompanhada pelo seu companheiro.

É um trabalho despretensioso, embora pesquisado diretamente na fonte original que foi o focalizado, o grande, o imortal músico brasileiro, glória merecida nos seus dias de boêmio não bissexto, mas diuturno, no convívio com dezenas de amigos, e nos seus lazeres do Bar Gouveia, quando na Travessa do Ouvidor...

(...) para músicos fornece subsídios da riqueza melódica do compositor, expondo alguns trechos de obras que podem, depois, ser ampliados e “descobertos” quando a música brasileira voltar a ser amada como o foi há 50, 60 passados... 





Nota da Editora Labouré Lima: Essa dedicatória no formato de uma pauta musical foi grafada em um guardanapo do Bar Gouveia e estava guardada sob o plástico que cobria a capa de um antigo LP. Na fase preparatória do livro, durante uma reunião editorial realizada na casa do autor, encontramos o mencionado documento "do próprio punho de Pixinguinha para o autor", entregue no momento em que o genial músico lhe devolveu os originais do livro que acabara de ler. Trata-se do registro de um dos momentos mais emocionantes da minha carreira editorial.





Do autor Sebastião Campos Braga  
(...) locutor de rádio que iniciou sua carreira em Nova Friburgo, prosseguindo-a em Niterói, no Rio de Janeiro, e em São Paulo (...) conviveu com famosos artistas e compositores como Benedicto Lacerda, Ary Barroso, Pixinguinha, Herivelto Martins (...) apresentou programas ao vivo... [o autor atuou na imprensa escrita e falada na “era do rádio” - N.E.] (...) Em 1969, Sebastião Campos Braga iniciou uma pesquisa biográfica, tomando notas, apontamentos e registros diretamente daquela fonte autêntica que foi o grande Pixinguinha (...). Embora modesto, Pixinguinha não se furtava a colaborar com o pesquisador, às vezes dizendo: “Estou cansado de contar a todos as mesmas histórias...” O jornalista, porém, não desanimava. Queria trazer novos depoimentos, talvez inéditos, e insistia nas indagações...