07/10/2014

Lançamento do livro: "Região Oceânica de Niterói - Notas para a História"


"A palavra itaipu vem da língua tupi e significa ita (pedra), ipu (fonte, nascente). Fonte das pedras; nascente da pedra; manancial saído da pedra. Nos séculos XVII e XVIII, na região hoje conhecida como Itaipu, começaram a surgir vários engenhos ou fazendas: so Arrozal (Itaipu), de Piratininga (Piratininga), do Engenho do Mato (Engenho do Mato) e Ipííba de Malheiros ou Ipííba Grande (Várzea das Moças). (...)"


Sobre os autores:

Autor de outras 124 obras, o escritor, historiador e professor, Salvador Mata e Silva, junto com a pesquisadora e professora Neuza Feijó Machado, lançaram pela Muiraquitã, o livro "Região Oceânica de Niterói - Notas para a História", em evento transcorrido na Biblioteca Cora Coralina, de Niterói, no mês de Junho de 2014.


Ficha Técnica:

REGIÃO OCEÂNICA DE NITERÓI - Notas para a História
80 páginas; Ilustrado com fotos em pb; Formato 14cm x 21cm.
ISBN 978-85-7543-146-7 

N.E.  A tiragem dessa edição pertence aos dois autores.
Preço de vendas e pedidos sob consulta na editora.
Atendimento: editora.muiraquita@gmail.com

03/10/2014

O COZINHARTE é mais do que um livro de gastronomia, traz uma filosofia de vida.




Venha participar da nossa 'primavera dos livros'... 
A Editora Muiraquitã está cheia de novidades!!

O COZINHARTE é mais do que um livro de gastronomia, ele está repleto de filosofias do bem viver e impregnado do sentimento que a Ir. Rosalie Baptista expressava em tudo que ela fazia, especialmente nas suas mensagens. Essa realização foi inserida no ciclo comemorativo dos 160 anos da Imperial Irmandade de São Vicente de Paulo, como Homenagem Póstuma a saudosa Ir. Rosalie. As receitas são apetitosas e nos deixam com água na boca. Todas muito bem organizadas e explicadas. Sendo que a maior parte delas são fáceis de realizar. O que é uma boa notícia para quem aprecia as artes culinárias.

"No jardim do coração, a amizade tem a alegria da primavera."

Ficha Técnica:
CozinhArte -
Autora: Ir. Rosalie Baptista (FC)
180 páginas. Ilustrado. Fotos e desenhos coloridos.
Formato: 21,5cm x 26cm
ISBN: 978-85-7543-147-4
Preço de capa: R$38,00 + frete postal
Entregamos via Correio em todo território Nacional.
Atendimento: editora.muiraquita@gmail.com




15/09/2014

#euqueroébotarmeubloconarua Você já pode conferir as frases selecionadas...

Os fãs de Sergio Sampaio aderiram ao convite da editora 
e fizeram uma releitura da sua frase emblemática: 

EU QUERO É BOTAR MEU BLOCO NA RUA.

A expressão é o título da sua música mais famosa,
que se tornou um tema politizado, quase um hino, 
cantado a plenos pulmões na campanha 'Diretas Já!'. 
E, não por acaso, também deu título a biografia do músico.

Aqui estão as frases selecionadas
para homenageá-lo na próxima edição do livro.


02/09/2014

Obra rara!! -- Diário de bordo de Maarkos Sestios -- ‘Se isso não é verdade, foi bem contado...’.

Sinopse: Ferdinand Lallemand, arqueólogo do Serviço Francês de Pesquisas Submarinas, dirigido pelo Comandante Jacques-Ives Cousteau, conseguiu identificar o armador e proprietário do navio naufragado no séc. II a.C., a dez milhas de Marselha. A partir de restos de ânforas, de marcas de alfândega, de um fragmento de Tito Lívio e inscrições antigas, ele pôde reconstituir neste Diário de Bordo a última viagem daquele grande miriânforas, entre Delos e Marselha, revivendo-nos Maarkos Sestios, poderoso homem de negócios e navegador, que foi um dos artífices da anexação da Grécia por Roma.



Este livro é a tradução, para o português, do original em francês “Journal de bord de Maarkos Sestios”, Editions de Paris, Paris, 1955 (esg.), e que teve edições em inglês, alemão e polonês. O Autor, Ferdinand Lallemand, arqueólogo especializado, integrou a equipe do Serviço Francês de Pesquisas Submarinas – dirigido por Jacques-Yves Cousteau – que, em 1953, localizou e estudou os restos de um naufrágio ocorrido por volta de 230 a.C nas proximidades de Marselha. O resumo dos trabalhos foi estampado em artigo do próprio Cousteau na revista “National Geographic Magazine” de janeiro de 1954. A partir de minuciosa reconstituição arqueológica e histórica empreendida sobre os restos encontrados foi possível estabelecer que se tratava de um navio mercante ( um miriânforas – navio cargueiro com 36 m de comprimento, 12 m de largura e 5 m de pontal, deslocando de 700 a 800 ton.), de propriedade de um armador de origem romana, chamado Maarkos Sestios, nascido e criado em Delos – a menor das ilhas Cíclades, berço de Apolo e Ártemis, segundo a tradição.

Essa nau trazia para Marselha, quando do naufrágio, vinhos e cerâmicas. Ferdinand Lallemand participou ativamente de toda a pesquisa e refez, ele mesmo, o itinerário do navio desde Marselha até Delos. Seguindo os indícios e vestígios da passagem dessa nau, foi capaz de criar o relato do Diário de Bordo. Muito embora o ‘Diário’, enquanto fonte primária, não tenha sido encontrado, ou talvez sequer existido, o Autor produziu um texto extremamente cativante e que ‘se non è vero, é bene trovato...’. O valor desse texto é literário, histórico, arqueológico e náutico e vem apoiado por inúmeras notas de rodapé e ilustrações. Ao longo de suas 176 páginas podemos reviver aqueles dias decisivos, quando Roma se expandia a passos largos, vigorosos, após haver destruído Cartago – como tanto exortara Catão, o Antigo – e se apropriava do solo, das gentes e do legado Grego.

Diário de bordo de Maarkos Sestios
Gênero: Arqueologia Marinha 
Autor: Ferdinand Lallemand 
Tradutor: Gilberto Emílio Chaudon
Editora Muiraquitã - Niterói, 2002. 
176 pág. / Ilustrado pb. / Formato: 16x23cm.

ATENÇÃO!! Obra rara. Poucas unidades no estoque. 

ISBN  85-7543-017-3
Preço de capa: R$50,00 + Frete

Enviamos para todo Brasil.
Descontos especiais para livrarias.
Encomendas: editora.muiraquita@gmail.com




30/07/2014

A próxima Caravana Cultural Muiraquitã será no Memorial Roberto Silveira em #Niterói

Um CONVITE muito especial aos amigos, autores e leitores da Edições Muiraquitã. Parafraseando essas sábias palavras: "Diga-me com andas e direi quem tu és", expressamos nosso desejo de estar em boa companhia. Esperamos por vocês na próxima Caravana Cultural Muiraquitã, dia 06.06.2014, quarta-feira, das 16h às 18h, no Memorial Roberto Silveira. Leiam os detalhes no flyer do programa. O Concurso Relâmpago de Trovas é tema livre e aberto a todos os interessados em se aventurar ao primeiro lugar. Nossos maiores agradecimentos pelo apoio e boa vontade em divulgar o evento. Nos vemos lá!

28/07/2014

Ariano, o Capitão Suassuna, vive no meu imaginário. Por Fabiana Ratis.



Fonte da imagem: rotanet.com.br
UM HOMEM VESTIDO DE SOL 

 "Na primeira manhã / que te perdi / acordei mais cansado / que sozinho / eu cruzei ruas, estradas e caminhos / como um bumba-meu-boi sem capitão..." 

Alceu Valença, peço licença para externar, através do seu verso, o ser tão sozinho que eu me senti, com a ausência do Capitão Suassuna. A primeira vez que o vi e o ouvi foi numa sala de aula, da Universidade Federal de Pernambuco. Encantada com o seu jeito de prosear, nos anos 80 de minha adolescência, lamentei não ser sua aluna, naquela disciplina de História da Arte. Já seria uma espécie de aula-espetáculo? Talvez. Falava dos gregos, viajava por entre os séculos, 'apoiado nas asas de Ícaro', com o devido cuidado para não voar baixo demais ou tão perto do sol... As asas não poderiam derreter antes que o Capitão Suassuna cumprisse integralmente a sua missão. Discorrer sobre sua capacidade intelectual é chover no molhado. Os jornais estão repletos de cadernos especiais sobre suas obras e eu não sou uma especialista delas. Porém, a dimensão humana que se desprendia de muitos de seus personagens sempre me impressionou. E o Movimento Armorial, surgido na década de 70, foi excepcional. Deixou sementes na música, na dança, no teatro, nas artes plásticas. Convivo com esse repertório até hoje: a cultura popular genuína revestida de uma roupagem erudita, sem descaracterizá-la. Viveu uma vida bem vivida de A a Z: ARIANO encontrou a sua amada ZÉLIA, a LUZ DE SEUS OLHOS DE MENINO, a quem devotou todo o seu amor. Sofri com a sua partida súbita, inesperada; mas só posso imaginar que foi um descuido: as suas asas devem ter derretido por ter chegado tão perto do Sol! E assim, de tão iluminado, esse homem querido por uma legião de admiradores foi ao encontro de Nossa Senhora: "UMA MULHER VESTIDA DE SOL" - uma de muitas das suas belíssimas obras adaptadas para a televisão. Ariano, o Capitão Suassuna, vive no meu imaginário. 

@fabianaratisBR 
(Fabiana Ratis é Pós-graduada em Jornalismo e Crítica Cultural) 

N.E. Conforme solicitação da autora: "as letras estão coloridas em função das cores da bandeira da Paraíba e do time do coração de Ariano: O Sport Clube do Recife." 

Fonte da imagem: esporte.band.uol.com.br

A última aula espetáculo. Imagem pública.
Ariano e Zélia - "a luz dos seus olhos de menino"
Fonte da imagem: UOL

26/07/2014

Você já pode conferir e votar na frase de Taciano Vasconcellos Mendonça para o concurso #euqueroébotarmeubloconarua