9 de mai de 2013

Viaje nas aventuras de A Onça, O Macaco e O Vento


Um mistério a ser desvendado. Nem o Papagaio, nem a Coruja saberiam explicar o que aconteceu. Foi Simão ou foi o vento?

Enfim um livro que me devolve o clima e o prazer da leitura de meus tempos de criança, já quase perdidos na mágica sucessão de luas e sóis da construção da existência.
As lições sobre meio ambiente embalam a escrita comovente sobre o mundo de uma criança que sobrevive no adulto inteligente e sensível, capaz de escrever um livro em versos, para que as novas gerações de crianças se encantem.
O cenário é um primor do nacionalismo brasileiro cantando em versos a pujança do verde, azul, amarelo e vermelho, cores refulgentes nas belas ilustrações que enriquecem o livro, escrito com vocabulário vasto, classificando e nominando fauna e flora brasileiras, resgatando uma língua dos humanos com vasta sinonímia, que as gírias e a linguagem gestual  contemporâneas tendem  a diminuir ou, no limite, suprimir.
Completando trabalho tão primoroso, as últimas quatro páginas são compostas por excelente glossário que desenvolve, em crianças e adultos, o gosto pela pesquisa em dicionário, como prática de domínio linguístico, exigência para o exercício do raciocínio abstrato, cujo principal instrumento é a palavra.
                                   
Dados Técnicos:
A Onça, o macaco e o vento
Carlos Taim
ISBN: 978-85-7543-129-0
Edições Muiraquitã
Formato: A4
Páginas: 52
Preço de capa: R$25,00


SOBRE O AUTOR

Carlos Taim  (Carlos Hermann Corner)             
Nasceu no bairro Cosme Velho, Rio de Janeiro, onde morou até os sete anos de idade.
Fez o antigo Curso Primário na Escola Mackenzie em São Paulo, depois, com a mudança da família para um sítio em Colubandê, São Gonçalo,terminou o segundo gráu no Colégio Brasil em Niterói.
Desde muito cedo foi compelido pelos pais a exercer a profissão de engenheiro civil, a mesma de seu avô paterno, de seu pai e de três tios, o que cumpriu formando-se em Curitiba. 
De volta a São Gonçalo, exerceu a profissão até a aposentadoria, convivendo serenamente com as atividades tecnológicas e o diletantismo na busca das criações artísticas, fruto da herança materna. A mãe, Ilná Pontes de Carvalho era poetiza de Belém do Pará. Tomando consciência disto, sua meta foi sempre a poesia e o teatro. Escreveu e montou a peça infanto-juvenil Brincando com a Máquina do Tempono Teatro Opinião em Copacabana na década de 70.
Mora atualmente em Niterói, onde escreveu o presente poeminha travesso e acumula na gaveta material para um futuro livro de poesias.

Peça já o seu pelo e-mail: editora.muiraquita@gmail.com